Mirtes era jovem e solitária. Vivia em um sobradinho alugado, apenas na companhia de Nina, sua gata persa. Ambas conviviam diariamente abrigadas por um companheirismo movido por uma atmosfera blasé despojada e tipicamente felina. Uma noite, Nina saiu pela janela, como fazia comumente nas noites mais quentes de janeiro. Só voltou dois anos depois, com uma das patas quebrada e algumas histórias que nunca iria contar.
| banzo |
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Sexta-feira, seis horas da tarde. Jonas desligou seu computador e afrouxou a gravata. Olhou o céu alaranjado pela janela do escritório. Pegou o carro e foi para casa. Ia passar dois dias tristes e sem motivação. Há tempos havia se desinteressado pelas inconstâncias degenerativas e confortantes do ócio. | asco |
| | O líquido azedo fazia movimentos constantes pela traquéia. Os globos oculares tentavam, sem sucesso, dar uma volta completa em torno de si mesmos. Os dedos seguravam firme na borda do vaso. - Nunca mais. sina
| | Penteou minuciosamente os cabelos negros e se atirou na diagonal da cama. Não era mais dama.
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1 Comments:
Nossa... kilindu!!!
Sem comentários... coisas de jornalistas melancólicos, huauhauhauhau.
E eu, graças à Deus acredito me encaixar nessa categoria! háhá
Nóis sofre , mas nóis gosta! hehe
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